A ocupação colonial de Antonina começou no início do século XVIII, quando devotos ergueram em 1714 a primitiva capela dedicada a Nossa Senhora do Pilar no alto de uma colina com vista deslumbrante para a baía e a Serra do Mar. O local servia de porto de abrigo e ponto de conexão para os caminhos de serra.
Em 1797, a povoação foi elevada à categoria de Vila de Antonina pelo Governador D. Afonso de Castro Ataliba, em homenagem ao Príncipe da Beira, D. Antônio. Durante o século XIX e o início do século XX, o Porto Barão de Teffé transformou Antonina em um dos mais importantes entrepostos portuários do Paraná, rivalizando com Paranaguá na exportação de erva-mate e madeira para os países do Prata.
Em 2012, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) tombou o Centro Histórico de Antonina, reconhecendo a integridade excepcional de seu traçado urbano orgânico, seu casario colonial e eclético de fachadas coloridas e a monumental paisagem natural que abraça a cidade.
Linha do Tempo Histórica
1714Construção da primitiva Capela de Nossa Senhora do Pilar dos Graciosa no alto da colina.
1797Elevação do povoado à categoria de Vila de Antonina por D. Afonso de Castro Ataliba.
1875Inauguração do Theatro Municipal de Antonina, um dos mais antigos teatros do Paraná.
1916Inauguração da Estação Ferroviária de Antonina, ligando a cidade à histórica malha ferroviária da serra.
2012Tombamento nacional do conjunto urbano e paisagístico de Antonina pelo IPHAN.